numa vontade de te ver na vulgar noite vazia onde espero sentada sem sono vejo o papel, olhar para mim o mesmo que tantas vezes enviei como a pedir-me, para te escrever
num entreabrir dos meus olhos onde escorriam lágrimas de saudade, deixo arrastar comigo o desejo de sede de ti, no deambular deste silêncio
procuro cartas que outrora escrevi, cartas onde o nosso amor esteve sempre presente, tal como hoje, apesar de distantes onde a saudade tinha sempre o nosso nome
escrevi-te de novo para te enviar a minha mão, entregar meus lábios dizer-te que o nosso amor ainda perdura e me sinto de novo especial, nesta carta que só tu percebes
e nasceu a carta, mesmo sabendo que pode ser imaginária…
l.maltez
Poema da Amiga Lena, retirado do seu blog CABANA DE PALAVRAS que merece ser visitado.