No meio da planura De céu azul e carmim Cresci eu, a desventura E uma réstea de esperança, Que as Primaveras vividas Felizes e bem sentidas, Fossem auroras claras Dum Verão ardente Num Alentejo bem quente, Que incendeia o coração E a alma desta gente, Que olha o Outono Não, como um retorno, Mas como a aventura Duma nova viagem, Tendo em si a miragem Que do castanho do arado Virá uma vida nova, Que a todos lembrará Que a vida, como o Alentejo É esperança e amargura, Coragem e renovação, Como a força desta gente Que está sempre presente P`ra que o trigo dê pão.
3 comentários:
Ai o Alentejo o Alentejo...gosto muito porra.
Gostei da foto.
Mas gosto mesmo é do outono! Para mim, a melhor estação.
Abraços
Adorei o poema!
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