A areia era branca, Plumas de gaivota Leves e fugidias Adornavam a praia.
Uma praia de sonho.
O nosso amor ali, Puro como a areia Que o mar lança nas ondas, Incandescente e forte Como o vermelho do céu No pôr-do-sol à noitinha.
E,quando a noite chegava E brisa ligeira surgia, A adrenalina da felicidade Fazia voar os pensamentos, E juntos sonhávamos no tempo.
O Inverno aproximou-se.
Com ele a tristeza dos dias, A brisa tornou-se forte Afastou as plumas das gaivotas, As ondas em turbilhão Levaram a areia e os sonhos.
O Sol arrefeceu.
Não havia pôr-de-sóis rubros, E destruídos pelo vento gélido Foram-se os sonhos ardentes E o amor veemente, Que nos deixaram na alma A melancolia da desilusão, Dum amor enterrado na areia Numa praia de sonho Adornada de plumas de gaivota.
É sempre uma alegria renovada conversar com quem estabelecemos laços fraternos. Ouvindo Sarah Brightman e conhecendo um belo poema de Olinda Bonito, mais motivos para agradecer, caro amigo.
Nesse retorno à blogosfera, por uma série de motivos, procurarei me ater aos sítios que considero realmente especiais - você incluso, é claro!
4 comentários:
Já vi que o amigo voltou em grande, boa semana.
É sempre uma alegria renovada conversar com quem estabelecemos laços fraternos.
Ouvindo Sarah Brightman e conhecendo um belo poema de Olinda Bonito, mais motivos para agradecer, caro amigo.
Nesse retorno à blogosfera, por uma série de motivos, procurarei me ater aos sítios que considero realmente especiais - você incluso, é claro!
Deixo o meu abraço fraterno
batista filho
Lumife,
Livra mas que grande ausência! ainda bem que já terminou :-) espero que tenhas sempre recebido os meus emails...
wellcame back à blogosfera! Já ná era sem tempo ;-)
Vou-te 'linkar' que só agora vi que por engano, não estás lá na lista :-O
ps- pena não ter sabido da iniciativa do post abaixo antes...
beijinhos
Belíssimo poema! Cheio de sensibilidade. Gosto.
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